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Mostrando postagens de Agosto, 2018

Metodologias Ativas para educar | Conexão

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Entrevista José Moran - Metodologias Ativas

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Hospital de Amor de Barretos (Hospital do Câncer de Barretos) agradece a participação dos alunos da DE Osasco no IV Concurso  de Redação do Hospital de Amor de Barretos

É com muita satisfação que em nome de toda equipe de organização do VI Concurso de Redação do Hospital de Amor de Barretos venho agradecê-los pelo apoio na realização e sucesso deste projeto.
Há alguns dias tivemos a alegria de receber as alunas finalistas e seus acompanhantes para compartilhar conhecimentos. A experiência foi maravilhosa!!
Recebemos as alunas: Ami de Santa Fé do Sul, Beatriz de Pederneiras, Emily de Tejupá , Flávia de Barra do Chapéu, Júlia Maria de Votuporanga, Júlia Nunes de Brasília. 
Muito obrigado a todos que se envolveram direta ou indiretamente para o grande sucesso deste projeto.Seguem   os números que atingimos com esta edição:

curso “M@tmídias: Objetos de aprendizagem multimídia para o ensino de Matemática – 2ª série do Ensino Médio – 2018”

As inscrições para o curso “M@tmídias: Objetos de aprendizagem multimídia para o ensino de Matemática – 2ª série do Ensino Médio – 2018” estarão abertas no período de13 (a partir das 10h) a 22 de agosto de 2018. Para realizá-las, acessewww.escoladeformacao.sp.gov.br; e no canal “Inscrições abertas”, encontre o curso.
PÚBLICO -ALVO Os seguintes profissionais em exercício na SEE-SP, conforme a base da Coordenadoria de Gestão de Recursos Humanos (CGRH) de julho de 2018: a. Professores de Educação Básica I, com aulas atribuídas em Matemática; b. Professores de Educação Básica II de Matemática, incluindo os afastados junto às Diretorias de Ensino e Órgãos Centrais e os designados como Professores Coordenadores e Vice-Diretores das Unidades Escolares.
IMPEDIDOS a. Os participantes aprovados em edições anteriores do curso Curso M@tmídias 2 – Objetos de aprendizagem multimídia para o ensino de Matemática. b. Os profissionais reprovados em ações realizadas anteriormente e já homologadas e disponibili…

Indisciplina escolar infantil: causas, consequências e como combatê-la indisciplina-escolar-infantil-causas-consequencias-e-como-combatela.jpeg 02/ABR 1.7K A indisciplina escolar infantil é um dos grandes desafios no universo escolar, tanto para alunos quanto para professores e família. Saiba como lidar com ela. A indisciplina infantil é um dos grandes desafios no ambiente escolar — tanto para os professores, quanto para os próprios alunos e a família. Além de dificultar o processo de aprendizagem, esse tipo de comportamento pode afetar a construção das relações e prejudicar a sociabilização dos alunos. Lidar com a indisciplina, em casa ou em sala de aula, pode ser desafiador, mas não é impossível. Por isso, indicamos alguns pontos importantes para entender as causas e consequências desse problema, bem como para prevenir e lidar com tal questão. Continue a leitura para saber mais! Entendendo a indisciplina escolar infantil na escola Qualquer ambiente deve ser preservado por regras que regulamentem o comportamento e a convivência daqueles que nele estão inseridos. Portanto, o descumprimento dessas regras, a desobediência, confusão ou insubordinação, traduzem-se como indisciplina. São várias as causas desse comportamento. Porém, antes de qualquer julgamento, é importante avaliar o contexto do desenvolvimento cognitivo e emocional de cada criança. Dessa forma, torna-se possível compreender melhor por que ela se comporta dessa maneira, além de exercer uma escuta ativa e personalizar o ensino por meio de estratégias pedagógicas que promovem o desenvolvimento dos estudantes de maneira individualizada — sem, entretanto, deixar de estabelecer limites para os alunos. Verificando as principais causas do problema Como mencionado, são muitos os aspectos que podem influenciar direta e indiretamente o comportamento dos alunos: a realidade que a escola apresenta aos seus estudantes; o ambiente familiar; a forma como os alunos lidam com as emoções; o contexto social em que estão inseridos. Dessas causas, vamos destacar aqui 3, que estão diretamente relacionadas ao contexto escolar: 1. Falta de interesse nas aulas Essa é uma das principais dificuldades da educação escolar. Muito alunos comparecem à aula apenas por obrigação, não se envolvem nas atividades propostas e tornam-se apáticos. Tal desinteresse pode ser porque eles não percebem a utilidade dos conteúdos apresentados ou devido a uma didática monótona do professor — quando ele ensina tudo do mesmo jeito, as aulas são sempre iguais. Com isso, os estudantes ficam entediados, ansiosos e podem facilmente desviar o foco com barulhos, brincadeiras, conversas paralelas etc. Por outro lado, esses comportamentos, mesmo que indisciplinares, podem ser sintomas de um desejo por uma experiência escolar mais estimulante. Nesse caso, é fundamental buscar apoio da instituição para adotar meios mais lúdicos e criativos de ensinar, que mobilizem o interesse dos alunos para os conteúdos ministrados. Já existem vários exemplos de professores que propõem aulas dinâmicas, não só para combater a dificuldade de concentração e engajamento, mas também para aumentar o nível de assimilação dos alunos. 2. Dificuldade de dosar as ações contra a indisciplina infantil Quando os combinados da aula não são respeitados, cabe ao professor balancear as medidas de conscientização conforme a gravidade das ações. Por exemplo: xingamentos e agressões entre colegas precisam de maior intervenção e cuidado do que comportamentos como usar boné em sala de aula. Se o professor trata todas essas ações da mesma maneira, aqueles que praticaram atos mais leves podem se revoltar e responder com um nível de indisciplina ainda maior. O que fazer nesses casos? É recomendável analisar a real gravidade de cada problema e estabelecer critérios e níveis segundo a indisciplina. Lembre-se de que a falta de referência na hora de abordá-los pode gerar injustiças ou medidas excessivas. Também é importante destacar que, nessas situações, o docente precisa contar com o apoio dos seus colegas, além da coordenação e direção da escola para lidar melhor com a indisciplina. 3. Violência gerada por violência sofrida A falta de medidas preventivas ou de conscientização em casos de violência ou bullying pode nutrir um sentimento de injustiça e abandono por parte das crianças e jovens que são alvos dessas ações. Da mesma forma, aqueles que praticam esses atos podem mais facilmente naturalizá-los e repeti-los, gerando um gatilho para a violência generalizada e um círculo vicioso de indisciplina e hostilidade. Para lidar com esse problema, as medidas de conscientização são o caminho mais efetivo. Por meio de atividades que estimulem o senso de cooperação e igualdade, é possível dissolver conflitos. Palestras e ações educativas, com o engajamento da família, podem levar à raiz do problema e apontar as razões que motivam a indisciplina e a violência em uma criança. Por meio da afetividade somada ao empenho em conscientizar os alunos dos desdobramentos que comportamentos dessa natureza podem acarretar na vida de todos, o professor amplia o sentimento de justiça, aumentando a segurança e fortalecendo o convívio harmonioso em sala de aula. Conhecendo as consequências da indisciplina infantil Agora que você já conhece 3 das principais causas da indisciplina infantil escolar e como combatê-las, vale a pena entender melhor quais são as consequências desse comportamento quando prolongado ou não resolvido. Pensando nisso, reunimos 3 efeitos da indisciplina na escola: 1. Queda no rendimento escolar individual O primeiro a sofrer com a indisciplina é o próprio aluno. Os conflitos entre professor e estudante passam a ser constantes e a aprendizagem vai ficando comprometida. A criança não consegue mais prestar atenção nas aulas ou pode até começar a faltar e, com isso, as notas caem. 2. Comprometimento da aprendizagem do grupo Um aluno indisciplinado geralmente rouba toda a atenção na sala de aula, tirando o foco das outras crianças. Com isso, além dele próprio ter um aprendizado menor, muitos colegas podem passar a ter dificuldade em acompanhar as aulas, o que ainda pode gerar mais indisciplina. 3. Desgaste da relação do professor com os alunos Esse tipo de comportamento também impacta na relação entre o docente e os alunos. Os professores encontram cada vez mais dificuldades para exercer seu papel em sala de aula, o que pode gerar estresse, desmotivação e prejudicar seu desempenho. Combatendo a indisciplina escolar Antes de querer combater a indisciplina, é importante acordar com os alunos quais serão as regras de convivência em sala de aula, a fim de que todos estejam cientes do funcionamento do ambiente, assim como de seu papel no conjunto. A participação das crianças e dos jovens na construção dessas regras é fundamental para que eles se sintam envolvidos e entendam as normas que regem o espaço e as relações nos quais estão inseridos, além da razão de cada umas delas existirem e serem respeitadas. Veja outras ações que podem ser adotadas no combate à indisciplina infantil na escola: elaborar atividades educativas e lúdicas que ensinem sobre bons hábitos; envolver os alunos em atividades de descontração, riso e autoexpressão; incentivar a família a estar sempre atenta ao comportamento das crianças e dos adolescentes, conversando sobre o dia a dia escolar, identificando as questões emocionais que as afligem; lembrar que a família é o exemplo central para as crianças. Elas aprendem eminentemente pelo exemplo, isto é, secundarizam o discurso. Portanto, não adianta agir com autoritarismo e apenas brigar, gritar ou repreender para tentar enfrentar a indisciplina infantil. Esse tipo de postura pode agravar a situação, levando as crianças a se comportarem de maneira ainda pior. O primeiro passo é entender o contexto em que elas vivem e, a partir daí, estabelecer uma relação e uma comunicação pautadas no respeito, no amor e no carinho. Tal postura favorece um comportamento semelhante nas crianças, o que auxilia e minimiza os conflitos, promovendo e mantendo a harmonia do ambiente. Lidando com diferentes perfis de alunos Outro importante desafio dos professores é aprender a lidar com os vários tipos de alunos que existem e se misturam no ambiente escolar. Para ajudá-los nessa tarefa, reunimos as características de alguns dos perfis mais comuns de estudantes indisciplinados: 1. A geração Z Esse grupo é formado pelas crianças que já nascem com um smartphone na mão e estão sempre conectadas. Elas se sentem muito mais à vontade para se relacionar por meio das redes sociais e estão habituadas à inovação e à velocidade. Essa geração está crescendo e ocupando as salas de aula, trazendo consigo um novo desafio para os professores. Afinal, é importante não deixar que o uso constante das tecnologias leve esses jovens a se tornarem adultos sem qualificação. Para isso, cabe ao professor: ensinar os alunos a fazerem uso da tecnologia em prol do seu próprio desenvolvimento; mostrar à turma como selecionar mais assertivamente as informações em meio à imensidão de conteúdo; incentivar a utilização dos recursos tecnológicos para o enriquecimento cultural; preparar aulas mais dinâmicas e diversificadas, realizando, preferencialmente, atividades práticas e coletivas. 2. O agressivo É o aluno que está sempre discordando de todo mundo e criando confusão sem necessidade. Para conter esse tipo de comportamento, é importante que o professor não aponte o dedo para o estudante, mas sim que deixe claro que essa postura não será admitida em sala de aula. Vale explicar os motivos pelos quais a agressividade não é tolerada e as consequências para quem se comportar dessa forma. Se necessário, a família pode ser envolvida para tentar encontrar uma solução. 3. O desafiador Geralmente, a postura desse tipo de aluno é questionar o tempo todo o professor. Apesar de muitas vezes esse comportamento ser irritante, é preciso manter a calma e impor limites para o estudante. Deixe claro que questionamentos são importantes para o aprendizado de todos, mas que é preciso saber o momento certo para falar. Estabeleça algumas regras para o diálogo com esse aluno e o resto da turma. 4. O distraído Algumas crianças se desconcentram facilmente com qualquer coisa, seja um barulho, uma conversa paralela ou, até mesmo, pela própria imaginação fértil. Já os alunos um pouco maiores tendem a se dispersar com temas considerados “chatos” ou complexos. Aulas mais dinâmicas e interativas são importantes métodos para evitar essas distrações, pois ajudam a manter o foco do aluno no professor. Vale também ficar atento à disposição dos lugares e deixar essas crianças sempre longe de janelas e portas, lugares queo

Atividades pedagógicas para alunos autistas

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Com apoio do AEE, professoras flexibilizam atividades para estudante autista

A chegada de Breno, garoto de 15 anos que apresenta transtorno do espectro autista (TEA), a uma turma do 8º ano na Escola Municipal Oswaldo Cruz marcou o início de uma experiência inédita para professores, funcionários e equipe gestora. Situada no bairro Jardim América, região da cidade de Belo Horizonte (MG) marcada por um quadro de grande pobreza e vulnerabilidade social, a escola atendia cerca de 800 crianças e adolescentes do ensino fundamental e até então nunca havia sido frequentada por um estudante com autismo. Após muitas dificuldades para encontrar material bibliográfico que nos informasse como lidar com esse novo contexto, percebemos que a efetiva aprendizagem somente seria possível se conhecêssemos de perto suas capacidades e habilidades....
Para saber mais clique aqui:
https://mail.google.com/mail/u/0/#inbox/FMfcgxvxBXzrzxNDvcjkrxrHGdfsPrpn






Como utilizar histórias em quadrinhos em sala de aula

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Professores

O assunto do momento, quando se pensa em melhoria da qualidade de ensino é trabalhar com atividades diversificadas e focado no desenvolvimento de habilidades.

Vendo esse vídeo,  o Professor, independente de sua disciplina,  o Coordenador Pedagógico em sua ações de formação continuada  encontrarão  sugestões e a possibilidade da  elaboração de situações de aprendizagem e/ou sequências didáticas com diferentes temas/assuntos, séries /anos.

Sugiro que assistam.
Vale a pena.

Vídeo de abertura para o Dia D de discussão da BNCC para o Ensino Médio

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BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR

DIA D

Dia 02 de agosto : Dia da Discussão sobre BNCC do Ensino Médio
Material de apoio
http://www.consed.org.br/consed/diadensinomedio
http://diadensinomedio.consed.org.br.
0Orientações ao diretor da escola 1Apresentação das atividades 2Vídeo de abertura (Assista no Youtube) 3Vídeo de apresentação do Novo Ensino Médio (Assista no Youtube) 4Documento de Análise BNCC EM Ciências da Natureza 5Documento de Análise BNCC EM Ciências Humanas Documento de Análise BNCC EM Língua Portuguesa